Recital comemora aniversário do Conservatório Municipal

No início da noite desta segunda-feira (26), no auditório do Conservatório Municipal “Cacilda Becker”, localizado no Jardim do Lago, iniciou as comemorações da entidade pelo passamento de mais um aniversário.

Fundado em 1968, o Conservatório Municipal “Cacilda Becker” é uma das escolas de artes mais tradicionais em toda a região e faz uma justa homenagem à atriz pirassununguense Cacilda Becker, considerada a “1ª-Dama do Teatro do Brasil”, pela sua magnífica expressão, reconhecida nacional e internacionalmente.

Para estas comemorações, uma das atrações foi a apresentação deste recital, com o pianista clássico Thiago Freitas e a soprano Carol Moraes. No repertório, trechos de 15 músicas clássicas e do cancioneiro popular, em sua maioria, internacionais: a abertura teve uma ária de “The Words Feels Dusty – 12 poemas de Emily Dickinson”, de Aaron Copland (1900/1990); e no encerramento, “Air de Bijoux”, da Ópera Faust, do compositor francês Charles Gounod (1818/1893).

Além destas duas obras, também foram executadas trechos de alguns clássicos nacionais, como o maestro Heitor Villa-Lobos (1887/1959), com a “Cantiga do Viúvo” – Seresta nº 7; “Citação”, do compositor Paulo Rowlands; e “O Amor”, de Sílvia Berg; além de breves trechos das músicas “Anoitece” (Op. 34 nº 2), “Canção” (Op. 20 nº 2) e “Trovas” (Op. 29 nº 1), todas de Alberto Nepomuceno (1864/1920).

Também compuseram o repertório da noite: Amy Beach (1867/1944), em “The Lotos Isle” Op. 76 nº 2; Rebecca Clarke (1886/1979), com o trecho de “2 Yeats Songs” – “Shy One” e “The Cloths of Heaven”; maestro Leonard Bernstein (1918/1990), na ária de “I Hate Music”; Franz Schubert (1797/1828), em “Gretchen Am Spinnride”, Op 2; Maurice Ravel (1875/1937), com “Deux Mélodies Hébraïques” (“Kaddish” e “L’Enigme Eternelle”).

Na segunda parte do recital foram executadas: Claude Debussy (1862/1918), com o trecho Trois Chansons de Bilitis” (“La Flûte de Pan”); Grabriel Fauré (1845/1924), com o trecho “Clair de Lune”, Op 46 nº 2 (Menuet); Franz Liszt (1811/1886), “I Vidi In Terra Angelico Costumi” (Sonetti Del Petrarca S27Oa); e Giacomo Puccini (1858/1924), com a canção “Quando M’En Vo” (da Ópera La Bohème).

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