Vigilância segue campanha preventiva contra doenças; balancete parcial segue sem novidades.

Pirassununga segue livre da dengue e outras doenças causadas pelo mesmo vetor, o mosquito aedes aegypti, a chikungunya e zika. Mesmo com uma sequência de chuvas regulares para este período de verão, a ameaça e o alerta permanente continuam valendo para se evitar o contágio destas três doenças junto à Vigilância Epidemiológica.

Com a chegada de 2018, a Vigilância também reinicia a contagem anual de incidências de casos ou notificações e, num balancete parcial deste mês de janeiro, está sob investigação um possível caso de dengue, sem quaisquer menções a casos suspeitos de chikungunya, zika ou mesmo, microcefalia em decorrência a contaminação por zika-vírus.

Porém, a Vigilância Epidemiológica ressalta que, em relação ao ano de 2017, ainda estão em investigação outro caso suspeito de dengue; dois casos notificados de chikungunya e outro caso suspeito de zika-vírus.

Entretanto, mesmo com todos estes casos, a Vigilância volta a solicitar de todos os munícipes que mantenham a atenção redobrada, para que novos casos não se manifestem. Estes cuidados incluem a limpeza geral e total de quintais e dos próprios imóveis para que o vetor, o mosquito aedes aegypti não tenha quaisquer chances de se procriarem.

A Saúde Municipal e a Vigilância mantêm o alerta à população para redobrar os cuidados neste novo período de clima quente e com nebulosidade variada, especialmente verificados nos últimos dois meses (novembro e dezembro de 2017). Informações gerais sobre estas doenças podem ser obtidas na sede do Centro de Especialidades Médicas (CEM) – no Jardim Carlos Gomes – ou pelo telefone (19) 3563-5050, com ramais (3563-5051 até o 3563-5069).

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