Vigilância divulga balancete da dengue e outras doenças em Janeiro

As dificuldades de controlar o mosquito aedes aegypti, o transmissor de doenças como a dengue, zika-vírus, chikungunya e mais recentemente, a febre amarela – que registrou o maior surto na história recente do país – ainda perdura por mais uma temporada.

Mas, diferente do ano passado, quando estas doenças se alastraram por todas as regiões do país e, em Pirassununga se registrou mais de três centenas de casos, os índices deste ano de 2017 estão controlados, apesar do aumento de possíveis novos casos. Para evitar uma epidemia, o administração pública municipal se mobilizou, desde os primeiros dias de janeiro e tem evitado maiores problemas.

Já na primeira quinzena de janeiro passado, a municipalidade mobilizou a cidade para alguns mutirões, com objetivo de eliminar os principais focos do transmissor destas doenças, que o mesmo mosquito, o aedes aegypti – especialmente a fêmea – que se utiliza do sangue humano para procriar.

Diante de um pequeno aumento de notificações de possíveis casos “suspeitos” destas doenças, a Secretaria Municipal de Saúde e Vigilância Epidemiológica, com auxílio de outras pastas e entidades, intensificaram a fiscalização de áreas e terrenos e até mesmo, imóveis desocupados, que pudessem ser locais de procriação deste vetor.

Os esforços foram recompensados com a diminuição dos casos que, no entanto, diante das constantes mudanças climáticas principalmente no mês passado, na maioria das vezes, propícia à proliferação do mosquito, a Saúde Pública volta a redobrar a vigilância para que não haja epidemias.

Num balancete ainda parcial de janeiro, a Vigilância Epidemiológica divulgou nesta semana dados mais animadores, já que continuam sem casos confirmados neste ano de 2017: são seis notificações em investigação de dengue neste período até esta segunda-feira (30). O mesmo ocorre com uma suspeita de transmissão de zika-vírus e outro registro notificado e não-confirmado de chikungunya, os mesmos números dos últimos 20 dias. Não há registros de casos de microcefalia por contaminação por zika.

Segundo a Vigilância Epidemiológica, os dados e o monitoramento sobre o vetor – mosquito aedes aegypti – acontecem semanalmente. Todas as equipes estão nas ruas realizando a abordagem educacional para que não haja quaisquer possibilidades de epidemia das doenças em Pirassununga.

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