Saúde alerta para os perigos da hanseníase

Desde esta semana, a Secretaria de Estado da Saúde está em campanha preventiva contra a hanseníase, antigamente conhecida como lepra. No período que segue até o próximo dia 31 deste mês (última terça-feira), todo o Estado de São Paulo estará mobilizado para o combate à hanseníase.

As unidades básicas de saúde de Pirassununga realizam uma “busca ativa” de pessoas que possuem manchas suspeitas e orientações sobre sinais e sintomas desta doença. Segundo dados divulgados pela própria Vigilância Epidemiológica, a cidade contabilizou 25 registros de hanseníase nos últimos cinco anos, com seis casos em 2013; nove, em 2014; oito registros em 2015; e um registro em 2016. Neste ano de 2017, outro caso foi confirmado.

A hanseníase é uma das doenças mais antigas que se tem registro na história. Ela é causada pelo mycobacterium leprae, que atinge principalmente a pele e os nervos, podendo afetar a face, os braços, as pernas, as mãos e os pés; e se não for tratada pode causar incapacidades ou deformidades. Esta doença pode atingir homens e mulheres, adultos e crianças, e é transmitida de pessoa a pessoa pela respiração, mas tem tratamento e cura. Para evitar a transmissão e incapacidades é começar a tratar.

Prevenção e sintomas A hanseníase aparece de forma silenciosa e, por isso, é importante verificar se os contatos de uma pessoa diagnosticada com hanseníase foram examinados, pois o exame dos contatos contribui para a descoberta de novos casos e redução da transmissão da doença.

Manchas ou placas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas que não doem, não coçam, não tem pelo e não pegam pó; dormências e formigamentos; caroços avermelhados ou castanhos. Caso alguém próximo apresente esses sinais e sintomas, deve-se procurar pela unidade de saúde mais próxima da residência para orientação e avaliação. A hanseníase tem cura e o tratamento é garantido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

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