Vigilância segue com campanha preventiva contra doenças e febre amarela

Mesmo com um significativo aumento dos casos de febre amarela e registro de possíveis casos das demais doenças causadas pelo mosquito aedes aegypti (dengue, chikungunya e zika), especialmente na Região Metropolitana e extremo leste do Estado de São Paulo, Pirassununga segue livre dos registros de casos confirmados.

A campanha de vacinação contra a febre amarela – com vacina fracionada – acontece nos locais onde a incidência de contaminação é mais intensa, especificamente na áreas já citadas acima; porém, os municípios em que não houve registros, as Secretarias Municipais de Saúde e respectivas Vigilâncias Epidemiológicas, estão em alerta geral e campanha preventiva permanente.

Em relação à febre amarela, segundo a Vigilância local, Pirassununga segue fora da zona de risco, porém, aconselha a vacinação somente em caso de viagens em que existam a confirmação da doença ou onde o vetor já esteja provocando a doença.

Como Pirassununga e cidades limítrofes não estão classificados comoárea de riscopara doença, não indicação de vacinação de rotina para toda a população. Em nenhum dos 26 municípios do GVE-XX, de Piracicaba, foi registrado morte de macaco por febre amarela ou casos em humanos. Sendo assim, a vacinação está sendo realizada somente para pessoas que irão viajar para região considerada de risco, com no mínimo dez dias de antecedência, e para pessoas que residem ou trabalham em zona rural.

Para os viajantes internacionais é necessário apresentar comprovação da viagem para país em que exigência de apresentação do Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP) e agendamento prévio. Pessoas acima de 60 anos devem passar por avaliação médica para atestar que não condições clínicas que contra indiquem a vacinação.

Outras doenças – Se a febre amarela é o assunto do momento para as Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde, outras doenças também alertam para a atenção da população e autoridades: a dengue e outras doenças causadas pelo mosquito hospedeiro, o aedes aegypti, que também transmitem a chikungunya e zika. Mesmo com uma sequência de chuvas regulares para este período de verão – propício para a a proliferação do vetor – a ameaça e o alerta permanente continuam valendo para se evitar o contágio destas três doenças.

Já contabilizando o início deste mês de fevereiro, a Vigilância Epidemiológica faz a contagem de incidências de casos ou notificações e, até o momento, não houve modificações no quadro apresentado nos últimos 30 dias: estão sob investigação cinco possíveis casos de dengue, sem quaisquer menções a casos suspeitos de chikungunya; em relação à zika, a Vigilância acompanha um caso suspeito recente, porém, não há nenhum registro de microcefalia em decorrência a contaminação por zika-vírus.

É sempre bom alertar toda a população que, mesmo sem alterações no atual quadro, mesmo sendo favorável e positivo, a Vigilância mantém o alerta preventivo e solicita de todos os munícipes que mantenham a atenção redobrada, para que novos casos não se manifestem.

Estes cuidados incluem a limpeza geral e total de quintais e dos próprios imóveis para que o vetor, o mosquito aedes aegypti não tenha quaisquer chances de se procriarem. Informações gerais ou complementares sobre estas doenças podem ser obtidas diretamente na Vigilância Epidemiológica, pelo telefone (19) 3561-6292, ou ainda com a Equipe de Controle de Vetores, pelo telefone (19) 3565-6467.

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