Vigilância prossegue com campanha preventiva contra febre amarela e outras doenças

A Vigilância Epidemiológica de Pirassununga prossegue com a campanha preventiva contra doenças contagiosas provocados pelo mesmo mosquito transmissor: o aedes aegypti, causador da febre amarela, dengue, zika e chikungunya. Segundo dados mais recentes da seção, nos últimos 90 dias – entre dezembro de 2017 e o mês de fevereiro passado – Pirassununga não registra quaisquer casos autóctones destes males.

Mas, com o crescimento de casos de febre amarela, por exemplo, nas regiões leste, Metropolitana e litoral do Estado de São Paulo, todas as GVEs (Grupos Regionais de Vigilância Epidemiológica) seguem de sobreaviso e promovendo vacinações prioritárias em casos específicos. Portanto, a campanha de vacinação contra a febre amarela – com vacina fracionada – acontece nos locais onde a incidência de contaminação é mais intensa; porém, os municípios em que não houve registros, as Secretarias Municipais de Saúde e respectivas Vigilâncias Epidemiológicas seguem em alerta geral e campanha preventiva permanente.

Ainda em relação à febre amarela, segundo a Vigilância local, Pirassununga segue fora da zona de risco, porém, aconselha a vacinação somente em caso de viagens em que existam a confirmação da doença ou onde o vetor já esteja provocando a doença.

A vacinação segue para as situações em que há recomendação, no Centro de Especialidades Médicas (CEM) às segundas, quartas e sextas-feiras; na unidade de saúde da Santa Fé, às quintas e sextas-feiras; e na unidade de saúde do Limoeiro, à terças-feiras; sempre no período da manhã. É imprescindível a apresentação da carteira de vacina e cartão SUS.

Outras doenças – Se a febre amarela é o assunto do momento para as Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde, outras doenças também alertam para a atenção da população e autoridades: a dengue e outras doenças causadas pelo mosquito hospedeiro, o aedes aegypti, que também transmite a chikungunya e zika. Mesmo com uma sequência de chuvas regulares para este período de verão – propício para a a proliferação do vetor – a ameaça e o alerta permanente continuam valendo para se evitar o contágio destas três doenças.

Finalizado o mês de fevereiro, a Vigilância Epidemiológica faz a contagem de incidências de casos ou notificações e, até o momento, não houve modificações no quadro apresentado nos últimos três meses: estão sob investigação quatro possíveis casos de dengue, sem quaisquer menções a casos suspeitos de chikungunya; em relação à zika, a Vigilância acompanha um caso suspeito recente, porém, não há nenhum registro de microcefalia em decorrência a contaminação por zika-vírus.

É sempre bom alertar toda a população que, mesmo sem alterações no atual quadro, mesmo sendo favorável e positivo, a Vigilância mantém o alerta preventivo e solicita de todos os munícipes que mantenham a atenção redobrada, para que novos casos não se manifestem.

Estes cuidados incluem a limpeza geral e total de quintais e dos próprios imóveis para que o vetor, o mosquito aedes aegypti não tenha quaisquer chances de se procriarem. Informações gerais ou complementares sobre estas doenças podem ser obtidas diretamente na Vigilância Epidemiológica, pelo telefone (19) 3561-6292, ou ainda com a Equipe de Controle de Vetores, pelo telefone (19) 3565-6467.

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