Vigilância alerta contra febre amarela e outras doenças

Pirassununga e região seguem em alerta máximo no combate à proliferação do mosquito aedes aegypti, o principal causador de doenças como a febre amarela, dengue, chikungunya e zika. Para que estes males continuem longe dos imóveis é preciso manter residências, casas comerciais e mesmo terrenos, limpos e sem acúmulo de lixos e de água. Somente com estes cuidados básicos, estas doenças infecciosas continuarão controladas.

Por este motivo, a Vigilância Epidemiológica de Pirassununga prossegue com a campanha preventiva contra doenças infecto-contagiosas provocados pelo mesmo mosquito transmissor: o aedes aegypti, causador da febre amarela, dengue, zika e chikungunya. Segundo dados mais recentes da seção, nos últimos 100 dias – entre dezembro de 2017 e o atual mês de março – Pirassununga não registra quaisquer casos autóctones (locais) destes males.

Mas, com o crescimento de casos de febre amarela, por exemplo, nas regiões leste, Metropolitana e litoral do Estado de São Paulo, todas as GVEs (Grupos Regionais de Vigilância Epidemiológica) seguem de sobreaviso e promovendo vacinações prioritárias em casos específicos. Segundo a Vigilância, Pirassununga segue fora da zona de risco, porém, aconselha a vacinação somente em caso de viagens em que existam a confirmação da doença ou onde o vetor já esteja provocando a doença.

A vacinação segue para as situações em que há recomendação, no Centro de Especialidades Médicas (CEM) às segundas, quartas e sextas-feiras; na unidade de saúde da Vila Santa Fé, às quintas e sextas-feiras; e na unidade de saúde do Jardim Limoeiro (Cachoeira de Emas), à terças-feiras; sempre no período da manhã. É imprescindível a apresentação da carteira de vacina e cartão SUS.

Outras doenças – As outras doenças também alertam para a atenção da população e autoridades: a dengue e outras doenças causadas pelo mosquito hospedeiro, o aedes aegypti, que também transmite a chikungunya e zika.

Até esta última semana completa e comercial de março, a Vigilância Epidemiológica fez a contagem de incidências de casos ou notificações e, até o momento, não houve modificações no quadro apresentado nos últimos meses: estão sob investigação seis possíveis casos de dengue, com três em investigação (anteriormente eram quatro), sem quaisquer menções a casos suspeitos de chikungunya; em relação à zika, a Vigilância acompanha um caso suspeito recente, porém, não há nenhum registro de microcefalia em decorrência a contaminação por zika-vírus.

Portanto, é importante manter a limpeza geral e total de quintais e dos próprios imóveis para que o mosquito aedes aegypti não tenha quaisquer chances de se procriação. Informações gerais ou complementares sobre estas doenças podem ser obtidas diretamente na Vigilância Epidemiológica, pelo telefone (19) 3561-6292, ou ainda com a Equipe de Controle de Vetores, pelo telefone (19) 3565-6467.

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