Pirassununga é 14ª cidade em geração de empregos no Brasil

Na abertura desta última semana do mês de janeiro, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), órgão vinculado ao Ministério do Trabalho, trouxe uma ótima notícia para Pirassununga: a cidade está entre as principais geradoras de novos postos de trabalho em todo o Brasil, segundo dados oficiais registrados em 2017.

No último período de 12 meses – de janeiro a dezembro de 2017 – o governo federal mapeou as cidades que mais conseguiram criar empregos e o município catarinense de Joinville (SC) foi a que mais atraiu vagas: 5.588 vagas gerais.

Entre os dez primeiros municípios, apenas dois estão no Estado de São Paulo, as cidades de Bebedouro (região norte do Estado, próximo a Ribeirão Preto), em 3º; e Matão (região central, próximo a Araraquara e São Carlos), em 7º lugar. Também tiveram ótimas classificações, os municípios de São José do Rio Preto e Votuporanga, respectivamente, em 11º e 13º lugares no país, seguidos de Pirassununga, em 14º, todos acima de duas mil vagas abertas aos trabalhadores.

Num resumo dos empregos do país, 234 municípios brasileiros contrataram e demitiram na mesma proporção; 3.181 cidades contrataram mais que demitiram; e 2.244 municípios demitiram mais que contrataram. Esta pesquisa foi realizada pelo CAGED e transmitida à Secretaria Municipal de Comércio e Indústria, na semana passada. “Estamos lisongeados por esta informação e mostra como a administração do prefeito Ademir Lindo esteve e está empenhada em busca de muito mais empregos para os pirassununguenses”, comentou Willian Ponciano, secretário municipal da pasta.

Novos postos – Pelos dados oficiais do CAGED, Pirassununga – em 14º geral da listagem das cidades que mais criaram empregos em todo país – confirmou 2.079 novas vagas de trabalho, a segunda cidade da região central do Estado (atrás de Matão, em 7º lugar, com 2.470 vagas) com maior volume de novos empregos, e a 5ª colocada em todo o Estado de São Paulo.

Sem especificações, a grande maioria das vagas foram criadas junto ao setor terciário da economia, comércio e prestação de serviços em geral. Outra cidade da região que também se destacou entre as 50 cidades que mais criaram empregos foi Rio Claro, na 39ª posição, com 1.295 empregos criados em 2017.

Se Pirassununga figura na lista “positiva”, o mesmo não vale para grandes cidades, como as metrópoles Rio de Janeiro e São Paulo: ambas, respectivamente, fecharam 55.527 e 14.621 vagas de trabalho. Ainda na lista “negativa” do CAGED figuram municípios de economias importantes, como as capitas Porto Alegre (RS), em 3º com menos 9.607 empregos, e Curitiba (PR), com 7.920 menos postos de trabalhos.

Outras cidades paulistas, como Osasco (10ª cidade com mais postos de trabalhos fechados; 5.173), Guarulhos (23º, com menos 2.269) e Santos (24º, com menos 2.252 empregos), também figuram neste mapeamento. Outras cidades como Paulínia, na região de Campinas (44ª posição, com menos 1287 postos de trabalho) e Barretos, na região de Ribeirão Preto (49º lugar, com menos 1.183 empregos) também estão na lista “negativa”.

As 15 principais cidades “empregadoras” do Brasil: Joinville (SC), com 5.588 vagas com carteira assinada; Aparecida de Goiânia (GO), 4.342 vagas; 3º Bebedouro (SP), com 4.203; Goiânia (GO), com 3.880; São Luís (MA), com 2.636 vagas; São José (SC), 2.517 vagas; 7º Matão (SP), com 2.470 empregos gerados; Uberlândia (MG), com 2.175 vagas; Marabá (PA), com 2.147 vagas; 10º Boa Vista (RR), com 2.145 vagas; também compõem esta lista, 11º São José do Rio Preto (SP), com 2.120 vagas; 12º Pato Branco (PR), 2.119 vagas; 13º Votuporanga (SP), com 2.081 vagas; 14º Pirassununga, com 2.079 vagas criadas com carteira assinada; e 15º Colômbia (SP), com 1.949.

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