Ministério comunica “corte” de unidades do Minha Casa, Minha Vida

A forte crise econômica enfrentada pelo país, simultaneamente confrontada pela investigações judiciais da “Lava Jato”, iniciadas há cerca de três anos, culminaram com uma “baixa” importante no programa habitacional do governo federal, o ”Minha Casa, Minha Vida”.

Segundo o Ministério das Cidades havia a previsão neste ano de 2018, para a entrega de 145 mil unidades para todo o país, porém, as investigações e a própria falta de recursos diminuíram em 55 mil unidades programadas para este ano.

A maioria dos conjuntos residenciais para este ano de 2018 estão previstas para serem entregues nos Estados do Rio de Janeiro e alguns estados nordestinos, como Bahia e Pernambuco. No entanto, o atual titular do Ministério das Cidades, Alexandre Baldy revogou a previsão feita anteriormente pelo ex-ministro Bruno Araújo, em 2017, e apresentou à Presidência da República o compromisso de fazer a entrega de cerca de 90 a 100 mil unidades do programa, ao longo deste ano de 2018.

Baldy cancelou a contratação de 55 mil casas junto ao agente de financiamento do programa “Minha Casa, Minha Vida”, a Caixa Econômica Federal, por falta de projeto ou licença e, neste momento, a meta é priorizar as propostas mais adiantadas ou totalmente aprovada pela pasta federal. O ministro deu prazo de mais 30 dias para analisar a contratação de possíveis novas seleções para o programa, mas, voltadas para o cumprimento de metas em 2019.

Assim, diante deste cenário, o Estado de São Paulo terá poucas unidades para serem entregues neste ano, a maioria na região metropolitana, segundo aponta o governo. Para Pirassununga não estão previstas quaisquer unidades habitacionais para este ano de 2018.

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