Equipes apresentam e simulam paintball no CEFE/Médici

Um dos desportos apresentados neste feriado internacional de terça-feira – 1º de Maio – foi a exibição da modalidade chamada paintball, esporte de combate individual ou em equipes, em que se utiliza marcador de ar comprimido (nitrogênio ou gás carbônico), que atiram bolas com tinta colorida.

Do inglês paint (tinta) e ball (bola), o objetivo nesta modalidade é atingir o oponente, ao marcar o alvo (uniforme) com tinta, sem causar danos ou lesão corporal. Cada lado da disputa costuma usar uma cor diferente, tornando fácil identificar a origem do tiro. A partir daí podem encenar vários tipos diferentes de disputa: um contra um, grupo contra grupo, contagem de pontos, captura de líder, defesa de território, captura de bandeira, como em qualquer outro jogo de simulação de combate.

O paintball é o esporte de aventura que mais cresce no mundo e, por suas características, permite que não apenas homens joguem, mas também mulheres com qualquer idade. Os jogadores podem estar com qualquer condicionamento físico mas, óbvio, isso vai influenciar significativamente na experiência de jogo. O esporte conta com cerca de 12 milhões de praticantes em todo o mundo.

No Brasil, a modalidade chegou ao país oficialmente no ano de 1987, vinda diretamente dos Estados Unidos. Existem três tipos básicos de jogos de paintball: speed, cenário e real action. O speed (veloz) é mais acessível aos iniciantes, divide-se em speed normal” e speed urbano”. No primeiro, o campo de jogo é permeado com barreiras infláveis; a principal característica do speed urbano é que a área de combate é pequena, normalmente as equipes conseguem se ver antes de começar a partida, são times pequenos (de 3 a 8 jogadores de cada lado) e gasta-se muita munição.

E existem também os jogos de cenário: neles simula-se um cenário real, com duas ou mais equipes (variável, de acordo com a missão) e uma hierarquia de comando, em situações como por exemplo captura de líder, defesa de território, captura de bandeira, terror e antiterror, operações especiais, libertação de reféns, antibomba, etc. As possibilidades são virtualmente infinitas.

O real action (ação real) é uma modalidade parecida com o cenário mas, mas que busca uma proximidade quase teatral com a realidade, uma compendium de regras mais extenso. Para realização de jogos de real action e cenário é costumeiro usar-se fábricas abandonadas, escolas desativadas, áreas de mata, prédios em construção, clubes desativados tudo com a devida permissão dos proprietários.

Deixe uma resposta

%d blogueiros gostam disto: